Posted by: Aba Cohen | November 12, 2011

Supernova – A morte catastrófica de grandes estrelas

Este é o segundo post da série “Pílulas de Universo”, divulgando  artigos do prof. Alaor Chaves sobre o tema.  No primeiro artigo, denominado “Evolução Estelar” (acessível clicando aqui ou rolando para o post  que se encontra acima deste) o autor compara as interações gravitacionais com as eletromagnéticas e nucleares fraca e forte para explicar a gênese das estrelas e galáxias, trata também da nucleosíntese -a partir do hidrogenio- gerando outros núcleos mais leves que o 56Fe, em especial do deutério, trício e hélio-4 para daí classificar as estrelas em função de seus brilhos, massas e tamanhos. A evolução das estrelas passando pelas fases de gigante vermelha e anãs brancas é exemplificada para o caso específico do que deverá ocorrer com nosso Sol.

supernova SN 1994D na borda da galáxia 4526 (constelação de Virgem) -foto gerada pelo HST

 No presente artigo, o prof Alaor dá continuidade ao tema, classificando e descrevendo os principais tipos de supernovas: processo explosivo que ocorre durante a evolução de tipos específicos de estrelas, não detalhados no artigo anterior, as quais têm muito a ver com o estudo da evolução do próprio Universo. 

 Para ler o artigo “Supernovas” de autoria de Alaor Chaves, clique aqui
 

Saiba mais a respeito do uso de informações provenientes das supernovas para a determinação das relações de distância e velocidades de recessão das galáxias, acesse o próximo post -ou clique aqui– e tenha informações de bastidores sobre a trama que esteve por trás das disputas pela autoria do “Universo em expansão acelerada”, tema do prêmio Nobel de Física de 2011.

Veja também nosso post “Uma nova classe de supernovas“, reportando recentes observações sobre potências de explosões de supernovas com uma ordem de grandeza superior às até então registradas.


Responses

  1. Ola eu sou pedro e gostaria de saber se é possivel uma galaxia morrer voçes podem me responder por favor ?

    • Olá Pedro, pelo que sabemos, a extinção das estrelas acontece como um fato isolado e segue uma sequencia lógica ao longo de sua história. Isto está descrito no presente post. Dos restos dessa estrela certamente outras estrelas e mesmo planetas podem ser formados – é o caso da Terra já que os materiais mais pesados que H e He, vieram certamente de outras estrelas, e em alguns casos como elementos mais pesados que o ferro, vieram de explosões de supernovas. Essa dinâmica “explode… recompõe em outras estrelas e planetas” -repito- são fatos isolados que pipocam aqui e ali dentro de cada galaxia. Assim, não conhecemos nenhum fato capaz de “eliminar” uma galáxia como um todo. Como fenômeno de explosão generalizada não tenho conhecimento de nenhum processo que extrapole estrelas ou pares delas. Já por “implosão” em buracos negros, seria uma possibilidade, creio que remota e não estou certo de que seria possível, de o buraco negro no centro de nossa e de outras galáxias irem pouco a pouco devorando tudo à sua volta…. mas não creio que teria poder de atingir significativamente o meio ou a periferia da galáxia, já que a força cai com o quadrado da distancia. Mesmo que proporcional à massa, a massa do buraco negro seria igual à de “todas” as estrelas interiores, entre o Sol e o centro da Via Láctea. Assim acho pouco provável, do mesmo modo como o Sol correr o risco de se mover para o centro. Em resumo, a gravidade dos buracos negros, a longa distância, não é mais forte do que da matéria em geral.


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